O ator norte-americano Jim Caviezel, escolhido para interpretar Jair Bolsonaro no filme Dark Horse, fez uma declaração polêmica sobre a situação política brasileira. Em entrevista ao programa Nino’s Corner, apresentado por David “Nino” Rodriguez, ele afirmou que o comunismo teria tomado conta do Brasil e que a população estaria perdendo direitos e liberdades civis. A conversa foi publicada na sexta-feira (30).
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Durante o comentário, Caviezel mencionou direitos que considera fundamentais, como a vida, a liberdade e a busca pela felicidade. Apesar das afirmações, não apresentou decisões ou medidas específicas para justificar sua avaliação sobre o país. O ator também comentou que acredita que o filme sobre Bolsonaro será lançado no momento adequado, mas não revelou uma data de estreia.
Na mesma entrevista, o artista fez declarações sobre os Estados Unidos. Ele afirmou que instituições financeiras exerceriam influência sobre o país e citou o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Central Europeu (BCE), o Banco de Compensações Internacionais (BIS) e bancos ligados à família Rothschild. Segundo Caviezel, os cidadãos norte-americanos já não teriam controle sobre o próprio país.
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O filme Dark Horse, dirigido por Cyrus Nowrasteh, também está no centro de uma investigação da Polícia Federal sobre o financiamento da produção com recursos relacionados ao empresário Daniel Vorcaro. O inquérito examina transferências destinadas ao fundo utilizado no projeto e negociações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que nega irregularidades. Uma planilha analisada pelos investigadores prevê US$ 4 milhões para o protagonista, mas não cita Caviezel nominalmente nem comprova que o valor tenha sido pago.












