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Falha elétrica suspende voos em Congonhas e Guarulhos e fecha espaço aéreo de São Paulo

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Falha elétrica paralisa voos em Congonhas e Guarulhos (Foto: Instagram)

Uma falha elétrica no sistema de controle de tráfego aéreo paralisou, na manhã desta quinta-feira (9), as operações nos aeroportos de Congonhas e de Guarulhos, resultando no fechamento temporário do espaço aéreo do estado de São Paulo. A concessionária Aena confirmou que o incidente afetou pousos e decolagens, gerando atrasos generalizados. Autoridades da aviação civil foram acionadas de imediato para avaliar a falha e coordenar ações emergenciais.

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De acordo com informações preliminares, a pane no centro de controle impediu o tráfego aéreo, levando a suspensões imediatas. Aeronaves que aguardavam autorização de decolagem precisaram ser esvaziadas, com passageiros direcionados aos terminais até segunda ordem. As interrupções desencadearam um efeito em cascata na malha aérea, provocando remanejamento de voos e orientações de aguardo aos viajantes no solo.

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Conforme detalha a Aena, o problema teve origem na torre de controle de Congonhas, unidade vinculada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), órgão da Força Aérea Brasileira. A falha elétrica comprometeu o funcionamento dos sistemas de monitoramento e comunicação do TMA-SP, região responsável pela gestão de todo o tráfego que sobrevoa a capital paulista e seu entorno.

Em nota oficial, a GRU Airport ressaltou que pousos e decolagens foram “momentaneamente suspensos” em Guarulhos devido à interrupção no sistema de controle de tráfego aéreo na região de São Paulo. A concessionária informou ainda que trabalha em conjunto com a Força Aérea Brasileira e a Aena para retomar as operações com segurança e o mais breve possível, priorizando voos com necessidades especiais e emergenciais.

A Aena acrescentou que equipes técnicas estão mobilizadas para restabelecer os serviços e reduzir os impactos aos passageiros. Entre as medidas adotadas estão o remanejamento de tripulações, o contato direto com companhias aéreas para ajuste de itinerários e a liberação de autorizações prioritárias para voos médicos e de socorro. A concessionária reforçou que a retomada completa dependerá da normalização total dos sistemas.

A empresa ainda orientou que mais informações sobre as causas da falha devem ser obtidas diretamente com a Força Aérea Brasileira, responsável pelo gerenciamento nacional do controle de tráfego aéreo. Até o momento, o Comando da Aeronáutica não divulgou um posicionamento oficial em relação às circunstâncias que provocaram a pane elétrica na torre de Congonhas.

Para apurar o caso, a reportagem entrou em contato com demais terminais aeroportuários, como Viracopos e Campo de Marte, bem como com a Infraero, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e várias companhias aéreas. No entanto, até a publicação desta matéria, não havia retorno das entidades consultadas sobre o incidente ou perspectivas de normalização.

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