A defesa de Deolane Bezerra divulgou, por meio de sua assessoria, um material oficial com detalhes do caso da prisão da influenciadora digital, que ocorreu nos últimos dias.
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O material em questão explica que a advogada não foi formalmente acusada ou denunciada pelo Ministério Público. Na prática, ela ainda figura como investigada. O material também nega que a advogada tenha recebido dinheiro de uma transportadora ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
A defesa expõe que o único fato atribuído a Deolane é o recebimento de R$ 24,5 mil. Ela explica que os comprovantes de depósito da referida quantia não indicam o nome do depositante ou sua origem. Dessa forma, o depósito não seria apto a provar a prática de lavagem de dinheiro.
A defesa diz não haver provas no inquérito de que Deolane Bezerra tenha advogado para Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do PCC, nem para a organização criminosa. O material afirma que a loira atuou como advogada de Éverton de Souza, o “Player”. Ele sublinha o fato de a relação entre advogado e cliente ser protegida pelo sigilo profissional.
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Segundo dados do relatório do LAB-LD, a transportadora enviou R$ 28,7 mil a Éverton. Não haveria, contudo, qualquer prova de que o valor teria sido repassado à Deolane. O material acrescenta, ainda, que aproximadamente 88% dos créditos feitos na conta pessoal da advogada vêm de empresas dela própria. Os repasses teriam por origem empresas de meios de pagamento ligadas ao mercado das bets, comumente associados à famosa enquanto agente publicitária.
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