O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou, nesta quinta-feira (3), que as decisões tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), “não devem ser reconhecidas pelo Estado”.
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Em entrevista ao Brado Jornal, o empresário disse que está “muito claro” que é preciso intervir no STF: “Eu vou até rever algumas declarações minhas, sabia? […] eu já tinha falado em várias entrevistas que o meu foco inicial era: deixar o Senado ir para cima do STF”, disse.
“Essa era a posição que eu tinha, porque eu falava: ‘Eu preciso, antes de tudo, iniciar a guerra contra o crime organizado’. Para mim tá muito claro que não dá para iniciar guerra nenhuma sem ir para cima do STF”, declarou Renan Santos. Segundo ele, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), “que é aliado deles [STF]”, não dará prosseguimento ao processo de impeachment de Moraes.
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Ele acrescentou que as decisões do ministro não devem ser aceitas pelo governo. “Inclusive eu vou ter que também duplicar o que eu venho falando com relação a: decisão ilegal não se cumpre. Decisões que saiam do Alexandre de Moraes não devem ser reconhecidas pelo Estado brasileiro. Enquanto esse cara não for derrubado, as decisões não são reconhecidas. Nós não vamos tomar conhecimento de nenhuma decisão e nós vamos exigir dos demais órgãos da República, que vão da Polícia Federal a órgãos de fiscalização que às vezes se submetem a decisões oriundas do STF, que qualquer decisão desse homem não seja aceita”, pontuou.















