
Senador Camilo Santana durante pronunciamento como porta-voz da campanha de Lula (Foto: Instagram)
O senador Camilo Santana (PT-CE), novo porta-voz da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta sexta-feira, 9, que o corte bilionário no Orçamento proposto pelo candidato do PL, Flávio Bolsonaro, replica o “tesouraço” aplicado pelo presidente argentino Javier Milei na Argentina. Segundo Santana, a proposta de Flávio e de seu pai, Jair Bolsonaro, retira recursos de quem mais precisa, enquanto defende que os ajustes sejam feitos sobre os mais ricos para reduzir desigualdades no Brasil.
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O porta-voz destacou ainda que a sociedade brasileira não deve esquecer da gestão que Bolsonaro teve durante a pandemia de covid-19. Camilo frisou que a principal meta da campanha é recuperar os votos obtidos por Lula no segundo turno de 2022, agendado para o dia 25 de outubro, tendo em vista um cenário acirrado de disputa presidencial.
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Santana afirmou que Lula pretende participar de, pelo menos, três debates eleitorais neste segundo turno. Estão confirmados os encontros da Band/Estadão no dia 18 e da TV Globo em 23 de outubro. Há ainda expectativa sobre convite do SBT para o dia 15; o debate da Record programado para domingo, 11, foi cancelado pela emissora. Para Camilo, esses eventos serão fundamentais para contrastar propostas com o candidato do PL.
Os próximos compromissos da campanha incluem uma viagem ao Rio Grande do Norte para um ato na manhã de sábado, dia 10, seguida de retorno a Brasília. No domingo, 11, Lula deverá gravar programas de rádio e TV voltados ao eleitorado do segundo turno, mantendo agenda intensa até a data da votação.
Sobre estratégia eleitoral, o ex-governador do Ceará reforçou a prioridade em reconquistar votos no Nordeste, especialmente nos Estados onde Lula teve maior apoio em 2022. Camilo ressaltou a importância de reforçar a aliança com lideranças como Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, e demais apoiadores municipais. Além disso, serão focados esforços em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro para ampliar a vantagem sobre Flávio Bolsonaro.






