Piscina e quadra de tênis: veja detalhes da mansão penhorada de Renato Aragão

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A determinação da penhora de uma mansão de Renato Aragão, de 91 anos, por causa de uma dívida de IPTU que ultrapassa R$ 600 mil despertou curiosidade sobre o imóvel.

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A casa fica no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro, e tem cerca de 3 mil metros quadrados de área construída em um terreno com mais de 400 mil metros quadrados de área útil.

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MAIS DETALHES

A mansão do humorista tem 4 suítes (sendo a master com closet e banheira de hidromassagem); sala de estar com mais de 100 m²; sala de jantar; biblioteca; dois escritórios; bar; adega; chapelaria; sala de costura e copa-cozinha planejada.

Outros destaques do imóvel são: heliponto; quadra de tênis; guarita; garagem para dez carros; piscina; churrasqueira; salão de festas; salão de jogos; quadra de tênis; quadra poliesportiva; campo de futebol; pomar e jardins com paisagismo.

TENTATIVA DE VENDA

A casa estava à venda desde 2023 e chegou a ser anunciada por valores superiores a R$ 16 milhões, chegando a R$ 18 milhões. As parcelas mensais do IPTU ficavam entre R$ 10 mil e R$ 11 mil.

A decisão de penhora foi assinada pela juíza Kátia Cristina Nascentes Torres, da 12ª Vara da Fazenda Pública da Capital, na última terça-feira (27/10).

ENTENDA O CASO

A Prefeitura do Rio de Janeiro ajuizou, em dezembro de 2025, uma ação de execução fiscal contra Renato Aragão para cobrar R$ 548.283,69 em débitos de IPTU relacionados à mansão no Recreio dos Bandeirantes. O valor inicial, que hoje chega a R$ 676 mil, correspondia às pendências registradas entre 2021 e 2023.

Em maio deste ano, a coluna Fábia Oliveira já havia noticiado os desdobramentos do processo. Em 9 de janeiro, a juíza Kátia Cristina Nascentes Torres determinou que o humorista fosse citado para pagar a dívida em cinco dias. Na ocasião, foi expedida uma carta destinada ao próprio imóvel envolvido na cobrança.

Depois, em 28 de abril, a Prefeitura voltou a se manifestar nos autos e pediu que Renato fosse citado pessoalmente por um oficial de Justiça, caso a tentativa por carta não tivesse sucesso.

O município também pediu que, se o oficial não conseguisse localizar o artista, fosse autorizada a citação por edital, além do arresto da mansão. O procedimento é uma medida judicial destinada a resguardar bens para garantir o pagamento de uma dívida.

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