Michelle Bolsonaro critica restrições da decisão de Moraes durante campanha eleitoral

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), candidata ao Senado pelo Distrito Federal, afirmou que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou visitas de familiares ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não atende ao pedido apresentado pela defesa e mantém restrições à sua agenda de campanha.

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Em nota de esclarecimento, a assessoria da candidata declarou que os advogados de Bolsonaro solicitaram, em 31 de agosto, autorização para que o pai, a madrasta e as irmãs da ex-primeira-dama pudessem permanecer na residência do ex-presidente sempre que ela precisasse se ausentar. Segundo a equipe, o pedido não fazia referência a visitas. A solicitação possuía como objetivo permitir que familiares acompanhassem Bolsonaro durante compromissos dela no Distrito Federal e, eventualmente, em outros Estados.

A assessoria citou um episódio de 1º de agosto, quando Michelle passou mal, teve fortes dores e precisou ser internada. Na ocasião, segundo a nota, ela teve de aguardar autorização judicial para que uma de suas irmãs pudesse permanecer na residência com Bolsonaro durante sua internação.

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“Essa decisão, na prática, é bem restritiva e não corresponde ao que foi solicitado na petição apresentada pelos advogados de Jair Bolsonaro”, declarou. A equipe da ex-primeira-dama afirmou que, com a determinação, seus compromissos eleitorais continuam sendo afetados. “Com essa decisão, também os atos de campanha da candidata ao Senado Federal – Michelle Bolsonaro – continuam restringidos e prejudicados”, disse.