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Mãe de 33 anos enfrenta câncer terminal e toma decisão para garantir o futuro dos filhos (Foto: GoFundMe) -
Erika Diarte-Carr morreu aos 33 anos após enfrentar um câncer terminal e mobilizou milhares de pessoas ao criar uma campanha para garantir o futuro financeiro dos dois filhos (Foto: Reprodução/ABC4) -
Mãe de Ailiyah, de 5 anos, e Jeremiah, de 7, Erika organizou o próprio funeral e iniciou uma arrecadação que ultrapassou US$ 1 milhão, cerca de R$ 5 milhões (Foto: Reprodução/Facebook) -
Diagnosticada com um câncer de pulmão agressivo em 2022, ela também desenvolveu Síndrome de Cushing, condição que agravou seu estado de saúde e comprometeu sua mobilidade (Foto: Reprodução) -
Mesmo durante o tratamento, Erika continuou trabalhando sempre que pôde e só se afastava para consultas, cirurgias, sessões de radioterapia e quimioterapia (Foto: Reprodução/GoFundMe) -
Após ser informada de que tinha poucos meses de vida, ela decidiu interromper o tratamento para dedicar mais tempo aos filhos e garantir que eles tivessem apoio financeiro no futuro (Foto: GoFundMe) -
Em sua campanha, Erika explicou que todo o valor arrecadado além das despesas do funeral seria destinado a um fundo para os filhos, a fim de ajudá-los durante o crescimento (Foto: Reprodução) -
Após sua morte, familiares prestaram homenagens nas redes sociais e lembraram Erika como uma mãe dedicada que fez dos filhos sua maior prioridade até os últimos dias de vida (Foto: Reprodução)
Erika Diarte-Carr, de Utah, nos Estados Unidos, morreu aos 33 anos após enfrentar um câncer terminal. Mãe de Ailiyah, de 5 anos, e Jeremiah, de 7, ela passou os últimos meses de vida organizando o próprio funeral e arrecadando dinheiro para garantir apoio financeiro aos filhos. A campanha, criada inicialmente com meta de US$ 5 mil, ultrapassou US$ 1 milhão, cerca de R$ 5 milhões, que serão destinados a um fundo para as crianças.
Erika recebeu o diagnóstico em 2022, depois de procurar um hospital por causa de uma lesão no ombro. Os exames identificaram um carcinoma pulmonar de pequenas células, considerado altamente agressivo.
Durante o tratamento, ela também foi diagnosticada com Síndrome de Cushing. A condição provocou ganho acelerado de peso, deterioração muscular e óssea, hipertensão e diabetes tipo 2, além de fazer com que Erika perdesse a capacidade de caminhar.
Mesmo diante das limitações provocadas pela doença e pelo tratamento, Erika continuou trabalhando em tempo integral sempre que conseguia. Ela se afastava apenas nos períodos em que precisava passar por consultas, cirurgias, biópsias, sessões de radioterapia e quimioterapia.
Em setembro, depois que os tratamentos deixaram de apresentar resultados, Erika recebeu dos médicos a informação de que teria aproximadamente mais três meses de vida. A partir daquele momento, decidiu interromper os procedimentos para poder passar mais tempo ao lado dos filhos.
Sem seguro de vida e sem reservas financeiras após meses afastada do trabalho, Erika começou a organizar o próprio funeral. Para ajudar com os custos e deixar algum suporte para Ailiyah e Jeremiah, criou uma campanha de arrecadação com uma meta inicial de US$ 5 mil.
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A mobilização, porém, alcançou um valor muito superior ao esperado e ultrapassou US$ 1 milhão em doações. Na página da campanha, Erika explicou que o dinheiro que não fosse utilizado no funeral seria destinado aos filhos.
“Todos os recursos que excederem o custo do meu funeral agora serão colocados em um fundo para os meus bebês, para que eu possa deixar algo para eles e ainda garantir que ficarão bem enquanto crescem”.
Durante a arrecadação, Erika também agradeceu às pessoas que apoiaram sua família durante o período de tratamento. “Eu e minha família agradecemos a TODOS do fundo dos nossos corações!”.
Ao falar sobre Ailiyah e Jeremiah, ela deixou registrado o significado que os dois tinham em sua vida. “Eles são minha vida inteira, minha luz e minha alma. Meus filhos são a minha força e o que me faz continuar”.
Após a morte de Erika, familiares compartilharam imagens dos últimos momentos dela e publicaram homenagens nas redes sociais. A prima, Angelique Rivera, escreveu uma mensagem de despedida: “Descanse em paz, meu lindo anjo, para sempre em nossos corações e jamais será esquecida. Vejo você do outro lado, minha querida”.






