
Nuvem de fumaça sobe sobre cidade libanesa após ataque israelense na crista de Ali Taher (Foto: Instagram)
O governo de Israel anunciou nesta quinta-feira (10) a destruição de uma extensa rede subterrânea do Hezbollah na crista de Ali Taher, no sul do Líbano. A operação foi conduzida pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) e, segundo comunicado conjunto do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e do ministro da Defesa, Israel Katz, teria “concluído a consolidação” da zona de segurança estabelecida pela nação hebraica naquela região.
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De acordo com a nota divulgada no X, a estrutura subterrânea teria sido erguida ao longo de aproximadamente vinte anos, contando com financiamento e planejamento do Irã. O complexo inclui túneis interligados e um centro de comando, projetado para servir de base para eventual ofensiva na Galileia israelense. Além disso, ofereceria dominação de observação e poder de fogo sobre as cidades de Metula e Kiryat Shmona, localizadas na fronteira.
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Segundo as autoridades, o desmantelamento dessa infraestrutura é o principal fator para que Israel obtenha “controle operacional” da crista de Ali Taher, tanto em nível subterrâneo quanto na superfície. O comunicado acrescenta que tropas da IDF seguem posicionadas de forma estratégica, com o objetivo de reforçar a defesa da área e impedir o retorno de qualquer força hostil.
O governo israelense também afirmou que manterá presença permanente na zona de segurança, dando prosseguimento a operações voltadas à destruição de instalações classificadas como “terroristas” e obstruindo tentativas do Hezbollah de reocupar o local. Israel ressaltou seu compromisso em proteger as comunidades do norte do país a partir do território libanês, prometendo responder “com rapidez e força” a eventuais ataques que coloquem em risco militares e civis.
Por fim, o próprio comunicado reconheceu que não há confirmação independente imediata das alegações sobre a destruição dos túneis, o que reforça a necessidade de análises externas para corroborar os detalhes apresentados pelo governo de Benjamin Netanyahu e pelo ministro Israel Katz.






