A atriz Daniella Perez completaria 56 anos nesta terça-feira (11/8), e sua mãe, Gloria Perez, utilizou o Instagram para relembrar o dia do nascimento da filha. A escritora de novelas compartilhou fotografias da filha ainda criança.
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“11 de agosto de 1970, o dia em que todos os sonhos, bênçãos, encantos e alegrias da vida couberam no meu colo”, escreveu Gloria na legenda da publicação.
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Nos comentários, fãs reagiram: “Ela irradiava alegria e felicidade 🌹”, disse uma pessoa. “Meus pais colocaram meu nome em homenagem à sua filha ❤️”, contou outra. “Nunca deixará de ser seu bebê ❤️”, afirmou uma terceira. “A Dani era muito especial! Linda, leve, solta e feliz. Saudades eternas ❤️❤️❤️❤️”, postou mais uma.
No final do ano passado, o assassinato de Daniella Perez completou 33 anos. Gloria Perez, sua mãe, recordou a data nas redes sociais, expressando a dor contínua da perda. A autora refletiu sobre o impacto do tempo diante da tragédia.
“Tanta vontade de viver, tanta alegria, tantos sonhos… que vida bonita você tinha pela frente… Hoje faz 33 anos e eu repito: o tempo não ameniza nada – só passa, assim como a dor não ensina nada – só dói”, escreveu Perez ao compartilhar fotos da filha.
A publicação recebeu apoio de fãs, amigos e artistas que acompanharam a trajetória de Daniella. Letícia Sabatella também comentou, relembrando a colega: “Linda demais! Coração, alma, talento, Inocência. Um dia de dor que marcou nossas vidas. Todo o amor a você, minha querida! Dani é para sempre, a memória da Força do Amor, da sua luta por justiça contra a inveja que a fez vítima. Da bailarina maravilhosa! A atriz verdadeira! A pessoa meiga e simples, empática, linda!”, escreveu a atriz.
Daniella Perez foi assassinada na noite de 28 de dezembro de 1992, após sair dos estúdios da produtora Tycoon, na Barra da Tijuca, onde gravava a novela De Corpo e Alma. O corpo foi encontrado em um matagal, e a investigação rapidamente apontou Guilherme de Pádua, par romântico da atriz na trama escrita por Gloria Perez.
Um advogado que passava pelo local anotou as placas dos veículos ao suspeitar de um assalto, o que ajudou na identificação do ator, mesmo após a adulteração da placa do carro.
Guilherme de Pádua foi preso no dia seguinte ao crime e confessou o assassinato. Em janeiro de 1997, ele foi condenado a mais de 19 anos de prisão, mas deixou o sistema penitenciário em outubro de 1999, após obter liberdade. Pádua morreu em 2022 após sofrer um infarto fulminante.


















