A equipe econômica do senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) possui o objetivo de manter e aprimorar a reforma tributária que está em fase de implementação.
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De acordo com a coordenadora, Daniella Marques, revogar a reforma não seria adequado, mas o modelo atual precisa de ajustes. “Não achamos que vale a pena iniciar uma discussão legislativa de novo, mas estamos com o grupo técnico na campanha de mais de 10 PhDs em economia, tributaristas, e eu acho que, por meio do diálogo, olhando como política de estado, a gente pode aprimorar essa reforma para que ela chegue no impacto desejado e não seja judicializada antes de começar. O nosso projeto é aberto ao diálogo. Então, quem tiver contribuições, olhando para a reforma como uma agenda de estado, a gente está 100% aberto para esse diálogo”, disse, durante o seminário Brasil Hoje, promovido pelo Esfera Brasil, em São Paulo.
Marques citou, ainda, o aumento da dívida pública, de 71,67% para 82% do PIB no atual governo. Ela afirmou que, sem mudanças, o país poderá ultrapassar 100% do PIB em dívida rapidamente. “Existe um descontrole absoluto nas contas por parte desse governo. O problema está aí e ele está refletido no balanço das empresas e das famílias”, afirmou.
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Para Marques, o ajuste fiscal deverá começar ainda durante a transição de um eventual governo Flávio. Ela afirmou que o candidato pretende apresentar uma proposta para limitar gastos dos 3 Poderes. Antes disso, pretende dar apoio ao projeto que acaba com a reeleição. “A 2ª medida é justamente levar ao colégio de líderes […] a discussão de uma PEC chamando os 3 Poderes para esse diálogo num esforço de um pacto para a autocontenção de gastos, para que a gente recupere a credibilidade do Brasil diante dos credores”, declarou.


















