
Manifestantes vestindo verde e amarelo erguem cartaz com os dizeres “Magnitsky We ❤️ You” durante ato político em Brasília. (Foto: Instagram)
A senadora eleita por Santa Catarina, Carol de Toni (PL), afirmou em entrevista à GloboNews, nesta sexta-feira (09), que pretende colocar seu nome à disposição para disputar a presidência do Senado em 2027 caso o Partido Liberal decida apoiar a recondução de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A parlamentar ressaltou a necessidade de candidaturas próprias e sinalizou que tomará essa decisão se seu partido iniciar negociações em favor do atual presidente da Casa.
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A declaração de Carol de Toni surge no decorrer das articulações para a eleição da próxima Mesa Diretora do Senado, marcada para fevereiro de 2027. O PL, que garantirá a maior bancada da Casa na próxima legislatura, avalia a possibilidade de lançar candidatura própria para o comando do Parlamento. Entre os nomes mencionados está o do senador Rogério Marinho (PL-RN), apontado como uma opção do partido para disputar o cargo.
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Nas eleições que definiram a composição do Senado para o quadriênio 2027–2035, Carol de Toni foi a candidata mais votada em Santa Catarina, obtendo 2.694.918 votos, equivalentes a 33,46% dos válidos. Esse desempenho expressivo garantiu sua vitória já no primeiro turno, consolidando-a como liderança de destaque no Estado. Ela tomará posse em 1º de fevereiro de 2027, ao lado de Carlos Bolsonaro (PL), também eleito senador por Santa Catarina.
Em suas declarações, a senadora enfatizou: “Caso meu partido comece uma negociação para apoiar Davi Alcolumbre, eu e outros senadores vamos abrir uma divergência para termos nome próprio. Acredito que teremos nomes próprios, mas eu vou colocar meu nome à disposição caso isso aconteça”. Com isso, Carol sinaliza uma possível disputa interna e reforça o posicionamento de independência em relação às decisões majoritárias do PL.
A definição sobre o apoio do partido e os nomes que concorrerão à presidência do Senado deve se encaminhar ao longo do próximo ano legislativo. A postura adotada por Carol de Toni evidencia um cenário de disputa política mais acirrada dentro do PL, que buscará equilibrar o poder da maior bancada da Casa com as demandas por renovação de lideranças e pela manutenção de alianças estratégicas no Congresso Nacional.






