Você se considera pobre, classe média ou rico? Uma nova ferramenta baseada em dados oficiais do IBGE está surpreendendo brasileiros ao revelar que muitas pessoas ocupam posições na pirâmide de renda bem diferentes daquelas que imaginavam. O cálculo leva em conta a renda total da casa e o número de moradores, mostrando com mais precisão onde cada família se encaixa na distribuição de renda nacional.
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Para descobrir sua posição, é necessário somar todos os rendimentos do domicílio, incluindo salários, aposentadorias, pensões, benefícios e outras fontes de receita, e dividir esse valor pelo número de pessoas que dependem dele. O resultado é comparado aos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada pelo IBGE.
Os números ajudam a entender o tamanho da desigualdade no país. Em 2025, os 5% mais pobres do Brasil viviam com até R$ 299 por pessoa ao mês, enquanto o grupo que forma o 1% mais rico tinha renda superior a R$ 15,2 mil por pessoa. Os dados também mostram que rendas consideradas comuns por muitos brasileiros podem colocar alguém entre as faixas mais altas da distribuição nacional.
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A iniciativa tem chamado atenção justamente por confrontar percepções populares sobre riqueza e classe média. Em um país marcado por fortes diferenças econômicas, a ferramenta permite visualizar de forma simples onde cada cidadão está posicionado dentro da realidade financeira brasileira e entender melhor como a renda está distribuída entre a população.

