Profissionais de diferentes áreas podem passar a ter direito de solicitar autorização para porte de arma de fogo caso projetos que tramitam no Congresso Nacional sejam aprovados definitivamente. As propostas já avançaram em comissões da Câmara dos Deputados e do Senado, mas ainda não têm força de lei. Até o momento, nenhuma das mudanças entrou em vigor, e todas seguem em análise nas etapas seguintes da tramitação legislativa.
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Entre as categorias contempladas por propostas aprovadas em comissões estão advogados, corretores de imóveis, agentes de trânsito que atuam em atividades externas, fiscais ambientais, médicos veterinários, vigilantes e profissionais da segurança privada. Outros projetos também discutem a inclusão de servidores do Procon e mudanças relacionadas às guardas municipais, embora esses textos ainda estejam em fases diferentes de análise.
Mesmo que os projetos sejam aprovados em todas as etapas, o simples exercício da profissão não garantirá automaticamente o porte de arma. Os interessados deverão cumprir os requisitos previstos na legislação, incluindo comprovação de capacidade técnica, avaliação psicológica, documentação exigida e manutenção do registro profissional regular, conforme previsto em cada proposta.
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No caso dos corretores de imóveis, por exemplo, a justificativa apresentada é que a atividade envolve visitas a imóveis desocupados, encontros com clientes desconhecidos e deslocamentos frequentes para diferentes regiões. Ainda assim, o texto precisa passar por novas votações antes de uma eventual sanção presidencial, mantendo inalteradas as regras atuais até a conclusão do processo legislativo.





















