
Flávio Bolsonaro promete manter Bolsa Família e reajuste do mínimo e anuncia corte de juros e endurecimento penal (Foto: Instagram)
O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, voltou a assegurar que, se eleito, manterá o reajuste do salário mínimo e garantirá a continuidade do Bolsa Família. Em encontro neste domingo (11) com prefeitos e vereadores da região metropolitana de São Paulo, realizado em um restaurante no centro da capital paulista, ele afirmou: “Ninguém vai tocar em programas sociais”.
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O evento foi organizado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB). Flávio destacou que pretende “fazer mais” do que o governo atual na área social, defendendo ações que promovam autonomia dos beneficiários. Ele criticou o reajuste promovido pelo presidente Lula, classificando-o como “merreca” e equivalente a “R$ 3 por dia”.
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Na visão de Flávio Bolsonaro, a disputa eleitoral se configura como um movimento de “todo mundo contra o Lula”. O candidato disse sentir-se “preparado e motivado” para governar, chamou sua postulação de “projeto de Deus” e afirmou que está a “duas semanas de encerrar a Era Lula no Brasil”. Apesar do otimismo, reconheceu que a campanha não pode “subir no salto”.
Flávio também anunciou que, caso seja vitorioso em outubro, reduzirá a taxa básica de juros em “pouquíssimo tempo”, estimando queda de 3 a 4 pontos percentuais. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, mas o candidato não detalhou as medidas que adotará para alcançar essa meta. Ele revelou que sua equipe estuda aprovar vários projetos já na fase de transição, desde que o Congresso esteja alinhado com seu perfil político.
Na área de segurança pública, o presidenciável defendeu o endurecimento penal e propôs que quem roubar celulares cumpra pena mínima de oito anos de reclusão. Essa iniciativa faz parte das prioridades de sua plataforma para combater os crimes patrimoniais, segundo ele.
Reiterando críticas ao governo petista, Flávio Bolsonaro afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “teve que vender até a alma para o STF” para retornar ao mandato. Ele manifestou ainda expectativa de que o Tribunal Superior Eleitoral atue de forma mais célere no combate à desinformação durante o período eleitoral.






