
Flávio Bolsonaro em celebração dos 100 anos da Assembleia de Deus Ministério Madureira (Foto: Instagram)
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) declarou neste sábado (10) que tem pela frente “inimigos mentirosos” em sua campanha e que o Brasil atravessa uma verdadeira “guerra espiritual”. As falas ocorreram durante a celebração dos 100 anos da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira, realizada no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
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Em seu discurso, Flávio ressaltou a dificuldade de sair de casa todos os dias para encarar adversários que, segundo ele, utilizam “a arma do diabo”, que seria a mentira, para enganar parte da população. “Enfrentá-los não é simples, e ainda há toda essa guerra espiritual que o Brasil está vivendo no momento”, afirmou o senador.
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Ao conduzir a cerimônia, Flávio Bolsonaro disse acreditar que sua candidatura faz parte de um projeto divino para o País. Ele liderou uma oração de proteção contra ataques e palavras negativas e, em seguida, convidou os fiéis a cantar trechos do louvor “Hino da Vitória”, definido por ele como lema pessoal e também tema central de sua campanha.
Durante o evento, o senador cumprimentou diversas lideranças da Assembleia de Deus, entre elas o presidente mundial da denominação, Manuel Ferreira, e o bispo Samuel Ferreira. Também estiveram presentes o governador eleito do Rio, Douglas Ruas (PL), o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL), o pastor Silas Malafaia e outros representantes políticos ligados ao segmento evangélico no estado.
Em seu pronunciamento, o bispo Samuel Ferreira declarou apoio à postulação de Flávio Bolsonaro. Ainda que tenha afirmado não pedir votos explicitamente, o líder religioso admitiu que votaria no senador e incentivou os presentes a adotarem o bordão “irmão vota em irmão” durante o culto.
O bispo citou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como figura apontada por Deus como “Messias” e apresentou o filho como quem dará continuidade ao legado político do pai. Ao final da fala de Samuel Ferreira, o público entoou gritos de “é 22”, motivando o candidato a afirmar que, mesmo sem pedido formal do pastor, “o povo está pedindo” seu apoio.






