O planeta anão Ceres, localizado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, está deixando os cientistas intrigados. Novas análises indicam que o corpo celeste pode ter sido muito mais parecido com a Terra do que se imaginava, abrigando vastos oceanos em seu passado distante. A descoberta levanta a possibilidade de que Ceres tenha oferecido condições para a existência de formas de vida.
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Os estudos revelam que Ceres não era apenas uma pedra congelada vagando no espaço. Evidências apontam para um histórico de intensa atividade geológica, com a presença de água líquida que, em algum momento, cobriu sua superfície. Isso faz do planeta anão um dos alvos mais interessantes na busca por pistas sobre a vida fora da Terra.
Segundo os pesquisadores, sinais de minerais hidratados encontrados em sua composição sugerem que o planeta anão passou por um ambiente oceânico, capaz de sustentar microrganismos. Além disso, depósitos de sais e estruturas no subsolo reforçam a teoria de que Ceres foi muito mais dinâmico e habitável do que pensávamos.
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Com tantas descobertas, Ceres está conquistando cada vez mais destaque nas investigações sobre mundos que podem ter abrigado vida no Sistema Solar. Agora, os cientistas querem entender até que ponto esse planeta anão pode guardar vestígios biológicos — e se o passado de Ceres esconde a chave para um dos maiores mistérios da humanidade: a vida além da Terra.
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