Dos 10 candidatos com mais recursos para as campanhas ao Senado, 7 são mais alinhados à direita. As siglas mais à esquerda apresentam os outros 3 postulantes na lista.
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A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB), possui R$ 6,5 milhões liberados para gastar. O segundo que mais recebeu dinheiro para a disputa à Casa Alta foi Geraldo Rufino (Podemos), seguido de André do Prado (PL), cada um com R$ 6 milhões.
Na sequência, estão: Guilherme Derrite (PP), de São Paulo, com R% 5,9 milhões, seguido de Marília Campos (PT), em Minas Gerais, com R$ 5,3 milhões, o mesmo número de Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL), ambos do Rio de Janeiro.
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As pesquisas indicam que haverá um crescimento significativo da direita no Senado. O que não se sabe ainda é qual será o tamanho desse avanço. Os valores destinados às campanhas são só os referentes aos repassados pelos próprios partidos a seus candidatos.














