7 hábitos simples podem ajudar a proteger a memória e manter o cérebro ativo

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Cuidar da memória não precisa esperar pelo envelhecimento. Especialistas destacam que o cérebro continua capaz de aprender e criar novas conexões ao longo da vida, e algumas escolhas do cotidiano podem contribuir para preservar as funções cognitivas. Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP acompanhou idosos durante 18 meses em um programa de estimulação cognitiva e encontrou melhorias em funções executivas, memória e aspectos emocionais.

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Entre os hábitos destacados está a estimulação cognitiva, que pode ocorrer por meio de atividades que desafiem a mente. Exercícios físicos, sono adequado e alimentação equilibrada também entram na lista, assim como o controle de condições como hipertensão, diabetes e colesterol elevado. Outra recomendação é fugir do piloto automático: mudar caminhos, experimentar atividades diferentes e aprender novas habilidades são formas de inserir novidades na rotina e estimular a capacidade de adaptação do cérebro.

Aprender e ensinar também aparecem como estratégias importantes, já que exigem concentração, organização do pensamento e recuperação de informações. Além disso, fazer pausas durante o dia pode ajudar a diminuir a sobrecarga mental provocada pelo excesso de telas, notificações e informações. O conteúdo também chama atenção para a saúde da coluna e dos nervos, lembrando que problemas nessa região podem provocar dor, perda de força e limitações funcionais.

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Por fim, a vida social também é apontada como um estímulo natural para o cérebro. Conversas e relações significativas envolvem memória, atenção, interpretação e inteligência emocional. A conclusão dos especialistas é que a preservação da saúde cerebral depende de um conjunto de cuidados, como manter uma rotina ativa, buscar novos aprendizados, cuidar da saúde física e emocional e procurar acompanhamento médico quando necessário.