Um novo estudo revela uma descoberta preocupante: existem asteroides camuflados próximos à órbita de Vênus que, por pouco, escapam do nosso radar. Invisíveis por conta do brilho intenso do Sol, esses corpos celestes foram identificados com a ajuda de telescópios potentes durante o crepúsculo, um raro momento em que o céu permite essa espiada cósmica.
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Ao todo, três desses asteroides foram catalogados, sendo que um deles, chamado 2022 AP7, chama a atenção por seu potencial destrutivo. Ele possui cerca de 1,5 km de diâmetro e segue uma trajetória que pode, eventualmente, cruzar o caminho da Terra. Um impacto com um corpo desse porte seria catastrófico, liberando energia suficiente para causar uma devastação global.
A maior dificuldade em identificar esses asteroides está justamente na proximidade com o Sol. Durante o dia, o brilho solar ofusca os instrumentos ópticos, impedindo que esses objetos sejam detectados com precisão. Foi preciso usar telescópios como o Victor M. Blanco, no Chile, e esperar o momento exato do céu entre o pôr do Sol e o anoitecer para que as observações fossem possíveis.
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Embora não haja previsão de impacto imediato, o fato de esses asteroides estarem ocultos na região mais perigosa para nós, entre a Terra e o Sol, acende o alerta. Eles representam um risco silencioso e quase indetectável. A missão agora é ampliar a vigilância espacial e continuar buscando esses “fantasmas cósmicos” que podem, um dia, mudar o destino do nosso planeta.
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