A americana Jessica Share decidiu recorrer a um banco de esperma em 2005 para realizar o sonho de ter filhos com sua então companheira. Mais de dez anos depois do nascimento da primeira filha, ela acabou encontrando o homem que havia sido o doador e iniciou um relacionamento amoroso com ele.
Na época, Jessica e a parceira escolheram um doador anônimo justamente para evitar possíveis disputas relacionadas à guarda. A primeira inseminação foi realizada em casa, com material enviado pelo banco de esperma, e resultou no nascimento da primeira filha. Mais tarde, o mesmo doador foi escolhido para a segunda criança do casal.
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A identidade de Aaron permaneceu desconhecida por anos. A descoberta aconteceu quando a filha mais velha decidiu fazer um teste de DNA para investigar suas origens familiares. O resultado apresentou um perfil identificado como “Aaron Long: 50%. Pai.”.
Após encontrar o nome, Jessica entrou em contato com Aaron. Ele morava em Seattle e trabalhava como especialista em comunicação, além de ser músico e escritor. Depois das primeiras conversas, Jessica e a filha viajaram para conhecê-lo pessoalmente.
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A aproximação entre os dois continuou ao longo do tempo. Quando o relacionamento anterior de Jessica chegou ao fim, ela e Aaron decidiram começar um namoro. Em 2017, Jessica e a filha passaram a morar com ele.
A descoberta também permitiu que filhos do mesmo doador se conhecessem. Segundo relatos de Jessica, pelo menos oito crianças já foram identificadas como descendentes de Aaron, embora exista a possibilidade de que o número seja maior.














