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Empoderada! Mulher pilota avião e revela reação dos passageiros ao vê-la na cabine (Foto: Instagram) -
Raja Katz decidiu seguir a carreira de piloto ainda na adolescência e começou a voar planadores aos 15 anos. (Foto: Instagram) -
Atualmente, ela trabalha como primeira-oficial de uma companhia aérea e afirma perceber surpresa de alguns passageiros ao descobrirem que uma mulher está na cabine. (Foto: Instagram) -
A escolha pela aviação surgiu quando Raja tinha entre 12 e 13 anos, período em que ela não conhecia nenhum piloto ou mulher na profissão. (Foto: Instagram) -
A falta de referências na área fez com que a piloto passasse a incentivar a presença de mais mulheres entre os profissionais da aviação. (Foto: Instagram) -
Raja afirma que alguns passageiros demonstram surpresa ao perceber que uma mulher está pilotando, principalmente em voos de curta distância. (Foto: Instagram) -
A piloto explica que comandante e primeiro-oficial possuem a mesma habilitação para aquele tipo de aeronave e são qualificados para conduzi-la. (Foto: Instagram) -
Segundo Raja, os dois profissionais alternam as funções de pilotagem e monitoramento durante os voos, enquanto as principais diferenças estão na experiência, no treinamento e na responsabilidade legal do comandante. (Foto: Instagram)
Raja Katz decidiu ser piloto ainda na adolescência e começou a voar planadores aos 15 anos. Hoje, como primeira-oficial de uma companhia aérea, ela conta que ainda percebe surpresa entre passageiros quando eles descobrem que uma mulher está na cabine.
A escolha pela aviação surgiu quando Raja tinha entre 12 e 13 anos. Na época, ela não conhecia nenhum piloto e muito menos uma mulher na profissão. Sem uma referência, decidiu experimentar a atividade e começou a voar planadores aos 15 anos.
“Olhar para trás, não ter um modelo ou mentor próprio é uma grande parte do motivo pelo qual agora passo tanto tempo tentando ajudar a aumentar a representação de mulheres entre os pilotos”, revela ao The Mirror.
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Segundo Raja, as reações acontecem principalmente em voos de curta distância, nos quais os passageiros têm mais contato com a cabine. Ela afirma que seus colegas de trabalho nunca questionaram sua capacidade, mas que alguns passageiros demonstram surpresa ao perceber que uma mulher está pilotando.
“Qualquer forma de discriminação é, claro, inaceitável. Às vezes, porém, é mais uma surpresa em alguns rostos quando uma mulher está pilotando do que rejeição, e eu entendo essa reação, porque ainda é algo raro”, diz.
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A piloto também aproveita a experiência para esclarecer uma dúvida comum sobre a função de primeiro-oficial, conhecida popularmente como copiloto. Segundo ela, o profissional também é plenamente habilitado para conduzir a aeronave e pode assumir os controles durante decolagens e pousos. “Não é assim que funciona. Tanto o comandante quanto o primeiro-oficial, que é o termo correto para o que a maioria das pessoas chama de copiloto, possuem a mesma habilitação para aquele tipo de aeronave e são totalmente qualificados para pilotá-la”, conta.
Raja explica que comandante e primeiro-oficial alternam as funções de pilotagem e monitoramento durante os trechos do voo. A diferença entre os cargos está principalmente na experiência, no treinamento adicional e na responsabilidade legal do comandante. “Mas, no dia a dia, nós dois somos pilotos em todos os sentidos da palavra”, declara.






