Cada vez mais celebridades estão adotando o chamado “divórcio do sono”, uma tendência que desafia a ideia de que casais precisam dividir a mesma cama todas as noites. Apesar do nome chamar atenção, a prática não representa uma crise no relacionamento. Pelo contrário: o objetivo é melhorar a qualidade do descanso e, consequentemente, fortalecer a convivência do casal.
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A decisão costuma ser motivada por fatores como ronco, insônia, horários incompatíveis, movimentos excessivos durante a noite e preferências diferentes de temperatura ou iluminação. Especialistas afirmam que dormir em camas ou quartos separados pode reduzir interrupções no sono e evitar desgastes causados pelo cansaço acumulado, desde que o casal mantenha a conexão emocional fora do momento de dormir.
O assunto ganhou força após diversos famosos revelarem que seguem esse modelo de descanso. A prática, que já foi vista com estranheza, passou a ser encarada como uma alternativa para preservar a saúde física e mental sem comprometer a relação. Pesquisas também indicam que noites bem dormidas favorecem o humor, a paciência, a comunicação e diminuem conflitos no dia a dia.
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Especialistas reforçam que não existe uma regra para todos os casais. Enquanto algumas pessoas se sentem mais confortáveis dormindo juntas, outras encontram mais qualidade de vida ao descansar separadamente. O mais importante é identificar problemas persistentes, como ronco intenso ou apneia do sono, buscar acompanhamento médico quando necessário e encontrar uma solução que funcione para ambos.

