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Ex-padrasto de MC Ryan já foi detido em operação contra facção

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MC Ryan SP e ex-padrasto “Diabo Loiro” são detidos em operação da PF (Foto: Instagram)

O cantor MC Ryan SP, um dos principais nomes do funk nacional, foi detido na terça-feira (15 de abril de 2026) em uma operação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro de grande porte, com movimentações financeiras que podem alcançar R$ 1,6 bilhão. A ação ocorreu na Riviera de São Lourenço, litoral de São Paulo, e, além da prisão, mira crimes como ocultação de bens e participação em organização criminosa.

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Ex-padrasto de Ryan, o influenciador Eduardo Magrini, mais conhecido como “Diabo Loiro”, já enfrentou acusações anteriores. Em 2012, ele foi preso em uma residência de alto padrão em Bom Jesus dos Perdões (SP) durante ação relacionada ao tráfico de entorpecentes. Magrini manteve um relacionamento com a mãe do cantor, com quem teve dois filhos, estabelecendo o vínculo familiar que o tornou ex-padrasto do funkeiro.

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O inquérito atual também levou à Operação Off White, deflagrada em outubro de 2025, na qual “Diabo Loiro” foi novamente detido sob suspeita de liderar um esquema de lavagem de recursos vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Naquela ocasião, outras três pessoas foram presas, e as investigações resultaram no cumprimento de nove mandados de prisão preventiva e onze ordens de busca e apreensão em cidades do interior paulista, como Campinas, Artur Nogueira e Mogi Guaçu.

Conforme apuração das autoridades, Magrini ostentava nas redes sociais um estilo de vida de luxo, apresentando-se como produtor rural e influenciador, e exibindo veículos de alto valor e viagens internacionais. Apesar dessas aparências, seu histórico criminal inclui registros por homicídio, associação criminosa, receptação e uso de documentos falsificados. A Justiça também determinou o bloqueio das contas bancárias e a indisponibilidade de bens das pessoas envolvidas.

O Ministério Público de São Paulo ressalta que a Operação Off White é um desdobramento de investigações anteriores, uma das quais, em agosto de 2025, resultou na prisão de empresários suspeitos de planejar o assassinato do promotor do Gaeco de Campinas, Amauri Silveira Filho. As apurações prosseguem para detalhar o papel de cada acusado e a origem dos recursos movimentados, com o objetivo de desarticular integralmente a rede criminosa.

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