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Chrys Dias, influenciador, é preso em operação bilionária da PF

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Chrys Dias e MC Ryan SP ao lado de carro de luxo; à direita, influenciador registra momento no Capão Redondo (Foto: Instagram)

Na manhã de 15 de abril de 2026, por volta das 10h19, o influenciador digital Chrys Dias foi preso em uma operação da Polícia Federal que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. Ele é conhecido por ostentar luxo e organizar sorteios de alto valor em suas redes sociais. A PF afirma que a ação tem como alvo suspeitos de movimentarem recursos de origem ilegal e já resultou em outras prisões.

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Chrys Dias foi detido na mesma fase da operação que levou à prisão dos cantores MC Poze do Rodo e MC Ryan SP, além do influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página “Choquei”. Conforme a investigação, o grupo teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão por meio de empresas de fachada, uso de “laranjas” e transações ilegais distribuídas em diversos estados do Brasil.

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Natural do bairro Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, Chrys Dias alcançou notoriedade ao mostrar em suas redes sociais uma rotina marcada por carros esportivos, viagens internacionais e camaradagem com nomes do funk. Sua maneira de exibir um estilo de vida extravagante atraiu um público fiel e despertou grande atenção da mídia.

Além das ostentações, ele ficou famoso por organizar rifas e sorteios online de veículos de luxo, imóveis e outros bens de alto valor, sempre atraindo grande número de participantes. No Instagram, o influenciador acumula mais de 14 milhões de seguidores e costuma compartilhar o dia a dia ao lado da esposa, Débora Paixão, com quem tem quatro filhos. Sua proximidade com MC Ryan SP reforçou ainda mais sua presença no universo do funk paulista.

De acordo com a Polícia Federal, a estrutura de sorteios e as movimentações financeiras estão sendo analisadas para apurar se funcionavam como fachada para lavar dinheiro de origem ilícita. A PF também determinou bloqueio de bens e aplicou restrições a empresas vinculadas aos investigados, visando interromper o fluxo de recursos e garantir a indisponibilidade de ativos até o fim das investigações.

Os suspeitos podem responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas. Até o momento, a PF não detalhou o papel específico de cada preso na rede criminosa. O inquérito permanece em curso e não se descarta a realização de novas fases na operação para aprofundar a apuração dos envolvidos.

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