Virginia Fonseca voltou a chamar atenção ao fazer mais um bate e volta de jatinho entre São Paulo e Goiânia para treinar na WeGYM, academia da qual é sócia. A influenciadora fez o segundo dia seguido de aulas no local e preferiu percorrer cerca de 1h15 de voo a treinar em São Paulo, onde está acompanhando a recuperação das filhas.
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A viagem gerou críticas nas redes sociais pelo impacto ambiental. Segundo os cálculos apresentados pela Band, um Cessna Citation Sovereign consome cerca de mil litros de querosene de aviação em um trecho entre as duas cidades. Considerando a emissão aproximada de 2,5 kg de CO₂ por litro de combustível, as três viagens realizadas pela influenciadora já teriam resultado em cerca de 7,2 toneladas de dióxido de carbono liberadas na atmosfera.
O levantamento aponta ainda que, caso Virginia retornasse a São Paulo no mesmo dia, o total chegaria a aproximadamente 9,6 toneladas de CO₂. Para compensar o impacto das viagens de ida e volta, seriam necessárias mais de 436 árvores absorvendo o gás durante um ano. O episódio provocou uma onda de comentários de internautas questionando a necessidade do deslocamento aéreo apenas para realizar os treinos.
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Após a repercussão, Virginia decidiu permanecer em São Paulo na quarta-feira (12) e não fez uma nova viagem para Goiânia. Nas redes sociais, ela chegou a dizer que gostaria de embarcar novamente para treinar na WeGYM, mas afirmou que outros compromissos impediram o deslocamento.













