
Lula e Flávio Bolsonaro mantêm rejeição acima de 50% em nova pesquisa Quaest (Foto: Instagram)
A pesquisa divulgada pela Quaest nesta segunda-feira (21) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) seguem como os nomes com maior rejeição entre os presidenciáveis. No levantamento, Lula manteve a taxa de rejeição em 55%, mesmo índice registrado na semana anterior, enquanto Flávio Bolsonaro apresentou um leve aumento, passando de 55% para 56%. Esses números evidenciam o desafio de ambos para reduzir o descrédito junto ao eleitorado em um cenário político polarizado.
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O estudo também avaliou a avaliação do governo do presidente Lula. Segundo a Quaest, 50% dos eleitores desaprovam a gestão atual, patamar estável em comparação ao levantamento anterior, realizado em 14 de setembro. Por sua vez, a aprovação da administração oscilou de 43% para 44% entre os dois levantamentos, mostrando pequena melhoria no apoio popular, mas sem ultrapassar a marca de metade dos entrevistados.
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A Quaest realizou a pesquisa de forma presencial entre os dias 17 e 20 de setembro, ouvindo 2.004 eleitores de diversas regiões do país. A amostra foi estruturada para representar diferentes faixas etárias, gêneros e classes sociais, garantindo equilíbrio regional. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento, contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo, está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06004/2026.
Além das intenções de voto e da avaliação do governo, o questionário também apontou qual cenário causa maior apreensão aos eleitores. Quando indagados sobre qual opção gera mais temor nas eleições, 43% dos entrevistados afirmaram ter mais receio de um novo mandato de Lula, enquanto 42% manifestaram maior preocupação com o possível retorno da família Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Esse recorte evidencia o grau de polarização e a atenção do público às alternativas de poder.
Com poucos dias até o primeiro turno das eleições de 2026, esses índices de rejeição e aprovação funcionam como termômetro para as campanhas. A manutenção da taxa de rejeição de Lula e o aumento para Flávio Bolsonaro sugerem que ambos terão de intensificar suas estratégias para conquistar eleitores indecisos e reduzir o percentual de votos brancos, nulos ou abstenções.






