A proteína é essencial para o organismo e tem papel importante na formação e manutenção dos músculos, além de participar de diversas funções do corpo. Por isso, ela costuma ganhar destaque na alimentação de quem pratica exercícios. O problema começa quando o consumo ultrapassa muito o que o organismo realmente precisa.
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Quando há proteína demais na dieta, o corpo não transforma automaticamente todo esse excesso em músculos. A quantidade que não é utilizada precisa ser processada pelo organismo, e isso pode aumentar o trabalho de órgãos envolvidos no metabolismo e na eliminação dos resíduos. Dependendo da alimentação, o excesso também pode representar um consumo maior de calorias do que o necessário.
Outro possível efeito está no sistema digestivo. Dietas muito ricas em proteína podem vir acompanhadas de pouca fibra, especialmente quando há redução do consumo de frutas, verduras, legumes e cereais. Nesse cenário, podem aparecer problemas como prisão de ventre, sensação de estufamento e outros desconfortos intestinais.
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Por isso, aumentar a proteína sem considerar as necessidades individuais não significa necessariamente obter mais benefícios. A quantidade adequada varia conforme fatores como peso, nível de atividade física e objetivos. Para quem pretende mudar significativamente a alimentação, especialmente com dietas hiperproteicas, a orientação de um profissional pode ajudar a evitar exageros e manter o equilíbrio nutricional.
















