A air fryer virou presença quase obrigatória nas cozinhas brasileiras graças à praticidade e à rapidez no preparo dos alimentos. Mas o aparelho esconde um detalhe que pode pesar no bolso: sua potência é elevada e, quando utilizada todos os dias, ela pode aumentar de forma relevante o consumo de energia da residência.
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O impacto fica ainda maior quando a fritadeira elétrica passa a ser usada como principal método de preparo das refeições, substituindo o fogão ou o forno. Isso acontece porque o equipamento precisa manter resistências elétricas aquecidas e movimentar ar quente durante o funcionamento, acumulando horas de consumo ao longo do mês.
Segundo o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), o gasto de um eletrodoméstico depende principalmente de sua potência e do tempo em que permanece ligado. Por isso, não existe um valor único para todas as air fryers: modelos diferentes possuem potências distintas e cada família utiliza o aparelho por períodos diferentes.
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Para descobrir o impacto aproximado na conta, é necessário conferir a potência indicada na etiqueta ou no manual do equipamento e considerar quantas horas ele é utilizado. O cálculo também sofre influência da tarifa de energia cobrada pela concessionária e da bandeira tarifária vigente na região. Assim, aquele hábito aparentemente inofensivo de ligar a air fryer diariamente pode representar uma diferença considerável no consumo ao longo do mês.















