- Medicamentos podem ficar 4,5% mais caros. (Fonte: Pexels)
- Sindusfarma, divulgou o possível aumento de inflação nos medicamentos. (Fonte: Pexels)
- Preço dos medicamentos deve subir até 4,5% nesta semana. (Fonte: Pexels)
- O setor farmacêutico é o único segmento, que pode fazer reajustes anuais nos preços. (Fonte: Pexels)
- Uma vez por ano, as indústrias farmacêuticas estão autorizadas a reajustar os preços de seus produtos. (Fonte: Pexels)
- Em 2023, o reajuste anual foi de 5,6%. (Fonte: Pexels)
- Este ano está com o reajuste menor, se comparado ao do ano passado. (Fonte: Pexels)
- Os aumentos de preço podem demorar meses ou nem mesmo podem acontecer. (Fonte: Pexels)
- As variações de 1% a 2% no imposto certamente devem repassar os preços ao consumidor. (Fonte: Pexels)
- A carga tributária sobre medicamentos no país já é seis vezes mais alta que no restante do mundo. (Fonte: Pexels)
- São Paulo e Rio Grande do Sul chegaram a sinalizar aumentar o ICMS para 2024. (Fonte: Pexels)
- O aumento entre em vigor a partir de 1° de abril. (Fonte: Pexels)
- O governo federal ainda dará o aval até o fim desta semana ao índice de reajuste, que atinge 13 mil produtos. (Fonte: Pexels)
- As informações serão disponibilizadas assim que a Resolução da CMED for publicada. (Fonte: Pexels)
- De 2014 a 2024, a inflação geral (IPCA) somou 77,5%. (Fonte: Pexels)
A partir de abril deste ano, os medicamentos podem ficar 4,5% mais caros, em relação a 2023.
No último dia 12 de março, foi divulgado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), juntamente com Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) que o preço dos remédios, principalmente os mais populares, deve sofrer uma alteração de crescimento de cerca de 4,5% ainda neste 1º semestre do ano.
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Lembrando que o setor farmacêutico é o único segmento de bens de consumo da economia brasileira, submetido ao controle de preços. Nesse esquema, uma vez por ano, as indústrias farmacêuticas estão autorizadas a reajustar os preços de seus produtos, para compensar os aumentos de custo de produção acumulados nos 12 meses anteriores. Em 2023, o reajuste anual foi de 5,6%. Este ano está com o reajuste menor, se comparado ao do ano passado.
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Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma, ainda relata que: “É importante o consumidor pesquisar nas farmácias e drogarias as melhores ofertas dos medicamentos prescritos pelos profissionais de saúde”. “Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, os aumentos de preço podem demorar meses ou nem mesmo podem acontecer”, completou.
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