Lindsey Parr Gritton foi diagnosticada com câncer de mama agressivo na 36ª semana de gestação, em abril de 2022, após sentir um desconforto no seio e solicitar a realização de um ultrassom. Moradora da Geórgia, nos Estados Unidos, ela iniciou o tratamento e chegou a preparar cartas, vídeos e um álbum para deixar às filhas diante da possibilidade de não sobreviver à doença.
O incômodo surgiu durante a gravidez e, inicialmente, Lindsey considerou que pudesse estar relacionado às mudanças daquele período. “Achei que fosse um duto entupido ou algum tipo de mastite”, relatou.
Mesmo diante dessa possibilidade, ela decidiu investigar o sintoma. O ultrassom revelou a presença de um nódulo suspeito e, posteriormente, Lindsey recebeu o diagnóstico de câncer de mama agressivo, apesar de não ter histórico familiar da doença. “Eu efetivamente salvei minha própria vida só por pedir esse exame”, afirmou.
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Com o diagnóstico, Lindsey começou a se preparar para a possibilidade de não acompanhar o crescimento das filhas. Além do tratamento, ela passou a produzir registros que pudessem permanecer com as crianças. “Fiz um álbum de recortes, escrevi cartas para meus filhos, fiz vídeos, tudo. Estava tentando fazer tudo o que podia”. A notícia também afetou os familiares. “Todos ficaram arrasados e não conseguiam acreditar”, disse.
Depois do tratamento, novos exames não identificaram a presença da doença. “Ficamos muito felizes ao descobrirmos que não havia câncer no meu corpo. Não podíamos, honestamente, ninguém podia acreditar. Foi realmente louco e surreal”, revelou.
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Lindsey passou então a compartilhar sua experiência e a incentivar iniciativas de apoio a outros pacientes. Entre elas, destacou a importância da doação de sangue ao mencionar pessoas que conheceu durante o período de tratamento. “Desde que fui diagnosticada com câncer de mama em estágio 4, em abril de 2022, tive muitos amigos que precisaram de transfusões de sangue. Doar sangue é muito importante! Não apenas para a comunidade do câncer, mas também para muitas outras pessoas”.
Atualmente, Lindsey vive com a família e relata como passou a enxergar o tempo ao lado das filhas depois do tratamento. “Deus me deu mais tempo com minha família e cada dia que estou aqui é uma dádiva. Nem em um milhão de anos eu imaginaria que estaria aqui sentada ao lado das minhas filhas de 5 e quase 3 anos, livres do câncer! Fui realmente abençoada”, declarou. “É realmente surreal, porque eu simplesmente não imaginava que estaria aqui. Então, cada momento é simplesmente incrível”, finalizou.














