
Imagem de Ana Cristina Pacheco Matos e do companheiro, principal suspeito de feminicídio em Cuiabá (Foto: Instagram)
Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, foi assassinada com um tiro na nuca na manhã de sábado (15) dentro de sua residência em Cuiabá (MT), enquanto o filho dela, de apenas 3 anos, presenciava o crime. Segundo as investigações iniciais da Polícia Civil, o principal suspeito é o próprio companheiro da vítima, de 43 anos, que fugiu imediatamente após o disparo. O caso é tratado como possível feminicídio e mobiliza as equipes policiais da capital.
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O crime ocorreu no bairro Alvorada, zona norte de Cuiabá, por volta das 9h. Testemunhas relataram que, depois do disparo, o homem deixou o imóvel e não foi mais visto. A Polícia Militar foi acionada por vizinhos que ouviram o barulho do tiro e encontrou a porta da casa parcialmente aberta. Até o momento da última atualização, o suspeito permanecia foragido e as equipes faziam buscas pelas ruas próximas.
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Um ex-namorado de Ana Cristina chegou ao local após receber um telefonema de uma irmã dela. Ele encontrou a jovem caída e, com o apoio de um vizinho e do irmão da vítima, prestou os primeiros socorros e a encaminhou de carro ao Hospital Municipal de Cuiabá. Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu ao ferimento na nuca e foi dada como morta pouco depois da chegada.
O menino de 3 anos, filho de Ana Cristina, estava no interior da residência no momento do crime, mas não sofreu ferimentos. Ele foi acolhido por uma equipe do Conselho Tutelar e recebeu atendimento psicológico emergencial. As autoridades garantem que a criança ficará sob a guarda provisória até a conclusão das investigações.
A Polícia Civil informou que a investigação buscará esclarecer a dinâmica do assassinato, incluindo ouvir familiares, vizinhos e eventuais testemunhas. A motivação ainda não foi oficialmente confirmada, mas a hipótese de feminicídio será analisada à luz das provas reunidas, como vestígios de pólvora, depoimentos e exames periciais.
O trabalho da perícia já começou no local do crime, com a coleta de projéteis, análise de sangue e avaliação de impressões digitais. Enquanto isso, equipes especializadas realizam rondas pela cidade e verificam câmeras de segurança que possam ter registrado a fuga do suspeito de 43 anos. A Justiça aguarda o resultado final dos laudos para formalizar a acusação.






