A Globo decidiu cancelar o último debate da eleição presidencial de 2026, que seria realizada na noite desta quinta-feira (1º), após receber duas intimações judiciais relacionadas à realização da sabatina.
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A primeira foi assinada pela ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e atende a um pedido da coligação da candidatura do atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A decisão torna inválido o item das regras do debate que trata de candidatos ausentes. A ata com as regras, assinada por todos os partidos, inclusive o PT, determina que em caso de ausência do candidato, o púlpito reservado a ele seja mantido vazio no cenário com uma placa que o identifique.
A decisão em questão proíbe o púlpito com o nome de Lula e a formulação das perguntas que seriam feitas a ele. A segunda intimação recebida pela Globo esta noite é de uma decisão proferida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e atende a um pedido feito pelo partido Solidariedade a respeito da participação no debate de Renan Santos (Missão).
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A outra decisão, selada desde a última terça-feira (29), do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, alterou entendimento do próprio TSE sobre contagem de parlamentares no Congresso para fins de debate e decidiu que Romeu Zema (Novo), teria direito de participar. Em atendimento a essa regra, a Globo convidou para o debate os candidatos Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Lula.














