
Multidão vermelha ocupa a Avenida Paulista em defesa da democracia e da reeleição de Lula (Foto: Instagram)
O evento em prol da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado no domingo (11) na Avenida Paulista, em São Paulo, foi marcado pela forte presença de manifestantes que destacaram a defesa da democracia e protestaram contra o fascismo. Participaram representantes de diversos movimentos sociais, estudantes e militantes que entoaram palavras de ordem em apoio ao atual governo e em defesa das instituições democráticas.
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Durante seu discurso, o líder do PSOL, Guilherme Boulos, declarou: “Aqui está São Paulo que diz não ao fascismo”, reforçando o compromisso contra ideologias autoritárias. Logo em seguida, a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, subiu ao palco segurando uma imagem da Constituição brasileira. Ela lembrou a cena em que uma criança empunhou uma arma durante um ato pró-Flávio Bolsonaro (PL) e pontuou que o episódio “chocou as mães brasileiras”.
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Mesmo depois do encerramento oficial, parte do público permaneceu na avenida, mantendo os protestos em alta e entoando gritos contrários à candidatura de Flávio Bolsonaro. A atmosfera seguiu animada e firme na pauta democrática, mostrando a mobilização popular em defesa de um pleito livre de práticas antidemocráticas.
Nas imediações do carro de som — cuja estrutura já começava a ser desmontada —, predominavam jovens empunhando faixas e cartazes que defendiam a soberania nacional, o acesso amplo à educação e manifestavam repúdio à ditadura. Entre as palavras de ordem mais ouvidas, destacava-se: “Trabalhador, olha pra cá, eu tô na rua para o seu filho estudar”, ressaltando a preocupação com o futuro das próximas gerações.
A organização havia previsto uma caminhada até a Rua Augusta, mas optou por encerrar oficialmente a manifestação após os discursos do presidente Lula, de governadores reeleitos do Nordeste e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Segundo os organizadores, a Avenida Paulista já estava lotada e, por isso, orientaram os participantes a retornarem aos seus bairros a fim de “virar votos” em favor da reeleição do atual mandatário.






