O Banco Central do Paraguai negou, nesta quarta-feira (4), rumores sobre novas intervenções em instituições financeiras do país. A declaração foi divulgada depois que o Ueno Bank teve suas operações suspensas por problemas de solvência, deixando 2,9 milhões de clientes sem acesso a contas, cartões e transferências.
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A situação levou correntistas a procurarem outros bancos para movimentar seus recursos, o que provocou instabilidade nos aplicativos de algumas instituições. O órgão afirmou que o sistema financeiro paraguaio mantém níveis adequados de solvência e liquidez e que as instituições funcionam normalmente.
O presidente do Banco Central do Paraguai, Carlos Carvallo, renunciou ao cargo na última terça (3), depois que o presidente Santiago Peña pediu sua saída em razão da crise envolvendo o Ueno Bank.
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A crise levou centenas de pessoas às ruas de Assunção. Entre correntistas, aposentados e trabalhadores, eles protestaram contra o bloqueio de recursos e cobraram a devolução dos depósitos. Com o clima tenso, houveram confrontos com a polícia nas proximidades do Congresso.














