Aluno teria recebido laxante em bebida no Colégio Antônio Vieira, em Salvador

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Pais denunciam possível bullying após aluno do Colégio Antônio Vieira receber laxante em bebida (Foto: Instagram)

Na quinta-feira (20), a família de um aluno do Colégio Antônio Vieira, em Salvador, registrou denúncia de que a criança teria recebido laxante disfarçado em uma bebida enquanto permanecia nas dependências da instituição. O caso é tratado como possível episódio de bullying. A situação ganhou repercussão em veículos locais e mobilizou a comunidade escolar para esclarecer os fatos.

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De acordo com reportagem do site BNews, o estudante apresentava fortes dores abdominais por cerca de uma semana, o que o obrigou a ir diversas vezes ao banheiro durante o horário de aula e no intervalo. Os sintomas teriam surgido logo após ele ingerir o líquido supostamente adulterado por colegas. Até o momento, a família não divulgou detalhes sobre boletim de ocorrência ou investigação policial.

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Conforme divulgou o apresentador Fábio Gomes, os sinais apresentados pela criança se assemelham aos efeitos do laxante, o que reforça a suspeita de que a substância foi adicionada ao copo de forma intencional. O episódio teria ocorrido dentro da sala de aula ou nos arredores imediatos da escola, o que gerou questionamentos sobre o nível de supervisão nos corredores e espaços comuns do colégio. Não há confirmação de quais alunos estariam envolvidos.

Em comunicado oficial dirigido à comunidade escolar, a direção do Colégio Antônio Vieira afirmou que mantém um programa contínuo de combate ao bullying, à violência e a qualquer tipo de desrespeito entre alunos. A nota também ressaltou que nenhum estudante foi expulso ou desligado em decorrência desse episódio e que a instituição possui diretrizes específicas para a proteção de crianças e adolescentes, com canais internos para denúncias e acompanhamento psicológico quando necessário.

O caso levantou dúvidas sobre a existência ou não de uma investigação interna ou de procedimentos junto às autoridades competentes, uma vez que a escola não detalhou eventuais medidas adotadas contra os envolvidos. Até o momento, nem a Polícia Civil nem a Secretaria de Segurança Pública da Bahia se manifestaram oficialmente sobre abertura de inquérito. A falta de informações claras dificulta a compreensão dos próximos passos no apuramento do incidente.

O incidente reacende o debate sobre prevenção de bullying e protocolos de segurança em instituições de ensino, com a necessidade de reforçar ações de conscientização e vigilância nos colégios. Especialistas ressaltam a importância de campanhas educativas para alunos, familiares e profissionais da educação, visando prevenir situações de risco. Enquanto isso, a família aguarda esclarecimentos definitivos e a adoção de providências que impeçam casos semelhantes no futuro.