Celso Portiolli apresentou sua defesa oficial em uma Ação Civil Pública movida por entidades de proteção animal envolvendo seu programa, ‘Domingo Legal’, do SBT.
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Segundo informações da coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o imbróglio jurídico teve início em abril deste ano, após a exibição de uma dinâmica com uma rã no formato de auditório, Na ocasião, as associações que lideram o processo alegam que o anfíbio foi submetido a estresse intenso, manuseio inadequado e exposição excessiva aos ruídos sonoros e à iluminação do estúdio de televisão.
A defesa de Celso Portiolli foi formalmente anexada aos autos do processo. O artista contestou firmemente os argumentos apresentados pelas ONGs protetoras, classificando as narrativas de sofrimento ou estresse como “exacerbadas”. Ele pontuou que sua conduta no palco sempre foi de respeito e pediu para ser retirado do polo passivo da ação judicial.
O comunicador garantiu ter manifestado preocupação com o animal e afastou qualquer acusação de violência intencional. Ele negou ter desenvolvido o quadro e diz que se limitou a apresentar o programa, razão pela qual pede para “ser excluído do banco de réus”.
Na contestação técnica, a defesa do apresentador assegurou inexistirem provas clínicas presenciais que atestem danos ou lesões à rã, ferindo a exigência de demonstração concreta e objetiva da situação de maus-tratos. O texto defende que estresses momentâneos e breves não se confundem com crueldade e que reações comportamentais do bicho não significam a ocorrência de dor ou trauma.
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