
Homem não identificado aponta para letreiro ‘LENI’ em foto ilustrativa. (Foto: Instagram)
A Polícia Civil do Pará abriu inquérito para apurar denúncia de estupro de vulnerável contra uma menina de 11 anos, ocorrida no bairro Santa Rosa, em Abaetetuba. A vítima relatou abusos repetidos e informou ter sofrido sangramento após o último episódio, indicando a necessidade de exames periciais e de corpo de delito.
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O principal suspeito é um empresário de 33 anos, que não foi localizado pelas equipes policiais. De acordo com o relatório, ele deixou o imóvel onde mora antes da chegada da polícia, frustrando a tentativa de abordagem no condomínio em que residia.
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O caso começou a ser registrado na noite de segunda-feira (25), quando familiares da menina procuraram a Polícia Militar do Pará para relatar os abusos sofridos pela criança. A vítima passou por escuta especializada, conduzida por profissionais treinados para entrevistar menores em situação de violência.
Segundo o depoimento da menina, os atos de violência aconteceram em diferentes locais, incluindo a residência do investigado e outro imóvel frequentado pela família. Ela descreveu que os abusos ocorriam em momentos de desatenção de outros adultos, o que permitia a ação do suspeito.
A investigação aponta que o último ataque ocorreu neste mês, provocando sangramento na vítima. Essa informação foi acrescentada ao inquérito para embasar a coleta de provas e a realização de exames forenses necessários. As autoridades também buscam registros médicos que possam confirmar o relato da criança.
Uma amiga da criança colaborou com as investigações ao confirmar parte dos relatos. Ela revelou que o empresário mantinha contato frequente com a vítima por meio de mensagens privadas no Instagram, reforçando a suspeita de aproximação indevida e abuso de confiança.
Após a denúncia, equipes da Polícia Militar tentaram capturar o suspeito no condomínio onde ele mora, mas o homem notou a chegada das viaturas e conseguiu fugir. A Polícia Civil informou que as buscas seguem intensas em Abaetetuba e região, e pede à população que forneça informações por meio de canais de denúncia anônima.

