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Ex-namorada de PC Siqueira fala pela primeira vez após perícia particular indicar assassinato

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Maria Luiza Watanabe quebra o silêncio: “PC Siqueira não se matou” (Foto: Instagram)

Maria Luiza Watanabe, ex-namorada do influenciador PC Siqueira, quebrou o silêncio após a divulgação de uma perícia particular que sugere assassinato por estrangulamento. Em entrevista exclusiva ao jornalista Roberto Cabrini para o Domingo Espetacular, que vai ao ar neste domingo (17), ela reafirma que o criador de conteúdo não se matou. A declaração foi gravada durante uma conversa detalhada, na qual Maria Luiza explicou sua permanência no apartamento e contestou pontos do laudo oficial.

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Fontes próximas a PC Siqueira descrevem o relacionamento como tóxico, repleto de discussões e agressões físicas e psicológicas. Maria Luiza reconhece que o vínculo enfrentava sérias dificuldades. “Ele não era equilibrado e eu tentava conter os danos, talvez até sonhar com uma família, mas, no fim, não daria certo”, afirmou. Essas tensões teriam influenciado o desenlace trágico que se seguiu.

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Durante o bate-papo, a jovem comentou as contradições em seus depoimentos iniciais sobre o dia da morte. Segundo ela, tudo transcorreu muito rápido, entre empurrões e ameaças com uma faca. “Ele me empurrava e brandia um instrumento cortante… Conter alguém nessas condições é extremamente difícil”, disse Maria Luiza, admitindo ruídos em sua narrativa. As autoridades ainda avaliam as novas evidências apresentadas.

A perícia oficial defende que o influenciador teria cometido suicídio por enforcamento, usando o fio de um fone de ouvido, na presença da ex-namorada. Contrariamente, o perito particular Francisco João Aparício La Regina, em laudo de 48 páginas, concluiu que as marcas no pescoço não resultaram de enforcamento, mas de asfixia provocada por um fio fino, compatível com as lesões encontradas. O documento, porém, não aponta um autor.

O laudo independente ressalta ainda que as feridas no pescoço seriam incompatíveis com a cinta laranja de catraca inicialmente apreendida pelas autoridades. Já o fio de fone, potencial evidência, foi recolhido pelos advogados da família e entregue ao 11º Distrito Policial de Santo Amaro. Em razão das divergências, o Ministério Público determinou o envio desse objeto ao IML e ao Instituto de Criminalística para nova análise.

Como se passaram mais de dois anos desde a morte, a exumação do corpo não é possível. Por isso, os peritos oficiais devem se basear em fotografias periciais registradas na época. Até o momento, o novo laudo oficial não foi concluído. O caso remonta a 27 de dezembro de 2023, quando PC Siqueira, então com 37 anos, foi encontrado morto em seu apartamento na Zona Sul de São Paulo.

Uma vizinha acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, depois, a Polícia Militar, após ser informada do episódio. O Ministério Público também solicitou acareação entre Maria Luiza e a moradora para esclarecer pontos conflitantes. Intimada a participar da reconstituição em São Paulo, a ex-namorada, que reside no Rio e amamenta um bebê de três meses, não compareceu. Sua defesa afirma que ela segue disposta a colaborar futuramente.

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