Juliano Cazarré causou uma nova polêmica ao rebater as críticas feitas ao seu curso de masculinidade, e negou prontamente que o projeto tenha impacto nos casos de feminicídios no país.
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Em entrevista a GloboNews, o ator ressaltou que a proposta é o contrário, ou seja, mostrar que “nem todo homem é um assassino em potencial”. “Não consigo ver associação nenhuma [do curso com apologia ao feminicídio]”, iniciou.
“A minha vontade é juntar homens para conversar sobre nosso papel, é falar da saúde masculina, reposição hormonal, exercício, tomar sol, como a gente pode estar mais presente em casa, contar histórias para nosso filhos, como a gente pode ajudar nossas mulheres a serem mais livres para poderem sair com as amigas”, declarou Juliano Cazarré. Ele, por sua vez, afirmou que seu propósito no curso é ensinar para outros homens as lições que ele aplicou na própria vida.
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“O meu curso é só um pouco de bom senso, sabe? É só também a gente começar a falar ‘a gente [homem] não é a pior coisa do mundo’. Nem todo homem é tóxico, um opressor, estuprador em potencial”, ressaltou Cazarré.
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