A cantora Ana Castela se tornou ré em uma ação indenizatória que envolve maus-tratos a um animal.
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Segundo informações da coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira alegou que, em um Stories do Instagram, a sertaneja expôs sua imagem e o chamou, indevidamente, de “criminoso”. Ela teria o associado como “cúmplice” em um episódio de maus-tratos a um cavalo em Bananal, São Paulo, em 2025.
Segundo consta nos documentos da ação, foram publicados na internet registros de um cavalo que teve as patas mutiladas. O acusador alega que não praticou os maus-tratos, nem incentivou ou concordou com os atos. Ele nega ter filmado qualquer ato de violência.
O autor expôs que o ocorrido levou à instauração de um processo criminal no qual o único acusado foi Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz. O homem foi condenado em sentença de dezembro de 2025. Dalton sustenta que, conforme a decisão, sua participação nos fatos deu-se somente como testemunha.
O homem alega que Ana Castela agiu sem verificar os fatos, iniciando uma verdadeira campanha de linchamento virtual. Na ação, o autor pede uma indenização por danos morais de R$ 700 mil. Ele pede, também, cerca de R$ 61 mil por lucros cessantes.
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