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Empresária processa companhia aérea por R$21,5 milhões após prisão equivocada na Alemanha

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Empresária goiana processa Gol por R$21,5 milhões após prisão injusta (Foto: Instagram)

A empresária goiana Kátyna Baía entrou com ação contra a Gol Linhas Aéreas exigindo R$21,5 milhões de indenização depois de passar 38 dias detida na Alemanha em 2023. Ela e a companheira, Jeanne Paolini, foram acusadas de tráfico internacional de drogas após as malas delas, trocadas por bagagens com entorpecentes, terem sido embarcadas no lugar errado.

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Em postagem nas redes sociais, Kátyna relatou os danos causados pelo episódio e responsabilizou a companhia aérea pela falha no manuseio das bagagens. Segundo ela, as etiquetas foram trocadas no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e uma funcionária da Gol participou do esquema, conforme apurado pela Polícia Federal. Essa colaboradora chegou a ser julgada e condenada, mas a empresa nunca apresentou proposta de acordo nos últimos três anos.

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O caso remonta a 5 de março de 2023, quando as duas brasileiras estavam em trânsito no aeroporto de Frankfurt. Autoridades locais encontraram cocaína em malas etiquetadas em nome de Kátyna e Jeanne. Desde o início, a defesa sustentou que as viajantes não tinham conhecimento sobre o conteúdo ilícito. A libertação ocorreu em 11 de abril, após o Ministério Público da Alemanha autorizar a soltura com base em provas enviadas pelo Brasil.

Para comprovar a inocência, a Polícia Federal analisou imagens de câmeras de segurança que revelaram a atuação de uma organização criminosa especializada na troca de bagagens. De acordo com o inquérito, a quadrilha adulterava etiquetas para despachar drogas ao exterior e associava indevidamente as malas contendo entorpecentes às passageiras.

Kátyna explicou que o valor reivindicado tem também um caráter pedagógico: pressionar companhias aéreas a adotarem protocolos mais rigorosos no manuseio de bagagens e evitar que outras pessoas sofram o mesmo prejuízo. Ela afirmou que há registros de vítimas em situação semelhante. A Gol foi procurada, mas informou que não irá comentar o processo.

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