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Caso Gisele: Tenente-coronel corre risco de ser expulso da PM de São Paulo

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Tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto após prisão por suspeita de homicídio da esposa (Foto: Instagram)

Laudos periciais concluíram que a morte de Gisele Alves Santana não se enquadra na hipótese de suicídio, levantada inicialmente por seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. As análises também indicaram possíveis alterações na cena do crime, reforçando as suspeitas de envolvimento do oficial no homicídio.
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O tenente-coronel Rosa Neto está detido desde 18 de março, suspeito de assassinar a esposa, que também era policial militar. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informa que o oficial pode ser expulso da corporação ou, alternativamente, demitido, como parte do processo administrativo conduzido pela Polícia Militar, conforme apurado pelo Metrópoles.
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Os exames periciais, realizados após o encontro do corpo de Gisele no apartamento do casal, no bairro do Brás, descartaram o relato de que ela teria tirado a própria vida. A policial foi localizada com um disparo na cabeça em 18 de fevereiro, data em que os peritos também detectaram indícios de que a cena do crime foi alterada para simular um cenário de suicídio.

A prisão do tenente-coronel foi determinada pela Polícia Civil em 17 de março, após a conclusão dos laudos que refutaram a tese de suicídio. No dia seguinte, agentes o capturaram em um condomínio de São José dos Campos, interior paulista, exatamente um mês depois da morte de Gisele Alves Santana. Ao chegar ao Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo, Rosa Neto recebeu cumprimentos e abraços de colegas de farda, atitude que chamou a atenção da corporação.

Outra perícia, desta vez no celular da vítima, revelou que o tenente-coronel teria apagado mensagens trocadas com Gisele no dia anterior ao crime. O relatório do 8º Distrito Policial, concluído em 25 de março, recuperou conversas que contrariam a versão do oficial, mostrando que ele manipulou o dispositivo para sustentar a narrativa de que a esposa não aceitava a separação.

As mensagens indicam que Gisele Alves Santana estava de acordo com o divórcio e chegou a afirmar que o marido tinha “todo o direito de solicitar o divórcio” e poderia dar entrada no pedido naquela mesma semana. Cerca de oito horas e meia após essas declarações, ela foi atingida por um disparo na cabeça, disparado com a arma registrada em nome de Rosa Neto, dentro do apartamento localizado na região central da capital paulista.

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