A guerra entre Rússia e Ucrânia completa quatro anos neste 24 de fevereiro de 2026 e já é considerada o conflito contínuo entre Estados mais longo na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Iniciada com a invasão russa em 2022, a guerra se transformou em um confronto prolongado, com consequências profundas para civis, militares e a economia global. Estima-se que o impacto humano total — entre mortos, feridos, desaparecidos e deslocados — já alcance cerca de 10 milhões de pessoas.
O custo humano e territorial é enorme: cerca de 15 mil civis morreram e aproximadamente 140 mil militares ucranianos perderam a vida. Hoje, a Rússia controla perto de 20% do território da Ucrânia, algo próximo de 120 mil km², enquanto a linha de frente avança lentamente em uma guerra de desgaste, com ganhos de poucos metros por dia. Além disso, metade da capacidade energética ucraniana já foi comprometida pelos ataques.
As negociações de paz continuam travadas. A Ucrânia exige garantias de segurança rígidas para evitar novas invasões e quer manter sua soberania e alianças internacionais. Já a Rússia condiciona qualquer cessar-fogo à neutralidade ucraniana e rejeita a expansão da Otan. Moscou também defende mudanças políticas no país vizinho, algo visto por Kiev como tentativa de interferência externa.
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Enquanto a Rússia afirma que as sanções fortaleceram sua indústria e economia de guerra, a Ucrânia enfrenta perdas severas, com agricultura prejudicada, fábricas ocupadas e exportações afetadas. O custo estimado para reconstruir o país já chega a cerca de US$ 588 bilhões, e analistas acreditam que a recuperação pode levar décadas. Mesmo após anos de combate, o conflito segue sem previsão de fim e continua redefinindo a segurança e a política mundial.
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