Menos de um ano após a morte de Preta Gil, Francisco Gil utilizou as redes sociais na última quarta-feira (18), para refletir sobre o Carnaval e o impacto da festa em sua trajetória pessoal e familiar, relembrando a relação da mãe com a folia carioca e compartilhando experiências recentes vividas ao lado da filha, Sol de Maria.
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Na publicação, o músico ressaltou que a proximidade com o Carnaval ganhou novos sentidos com o passar do tempo. Filho único da cantora, que foi rainha de bateria da Estação Primeira de Mangueira e criadora do Bloco da Preta, ele afirmou que a compreensão sobre o que a mãe representava dentro desse universo veio de forma mais clara agora. “O Carnaval sempre me ensinou muita coisa. Minha mãe já foi rainha de bateria da Mangueira, mas eu era muito novo para compreender tudo o que aquilo tinha a me dizer. Hoje, olhando para trás, sempre me vêm novas percepções e sentimentos”, escreveu.
Integrante do grupo Gilsons, Francisco contou que decidiu se aproximar ainda mais do samba neste ano. Ele relatou que participou de ensaios de rua, acompanhou atividades nas quadras e esteve presente em preparativos técnicos que antecedem os desfiles oficiais.
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Entre as experiências citadas, o artista destacou a presença da filha na Marquês de Sapucaí. Segundo ele, a última segunda-feira (16), marcou a primeira vez que Sol de Maria permaneceu durante toda a madrugada assistindo às apresentações das escolas de samba. “Tudo é forte, é uma força que mobiliza tanta coisa. É sagrado é o samba e a cultura preta em sua mais alta força de realização. Ontem foi o primeiro dia dela nos desfiles oficiais. Vimos todos”, declarou.
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