Um asteroide gigantesco, comparável à altura de um prédio de 15 andares, entrou no radar de astrônomos após cálculos indicarem uma possível colisão com a Lua no ano de 2032. O corpo celeste, monitorado por especialistas, chamou atenção não apenas pelo tamanho, mas pela chance — ainda que considerada baixa — de atingir a superfície lunar, o que poderia gerar um impacto visível até da Terra.
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De acordo com pesquisadores, a rocha espacial segue sendo acompanhada por sistemas de observação que analisam sua trajetória com precisão crescente. Embora não represente risco direto ao planeta, o objeto desperta curiosidade científica por causa dos efeitos que um choque lunar pode provocar, como a formação de uma nova cratera e a liberação de grande quantidade de detritos.
Especialistas explicam que impactos desse tipo não são raros na história da Lua, marcada justamente por suas inúmeras crateras. A diferença, porém, está na possibilidade de que, com a tecnologia atual, o evento possa ser observado em tempo real por telescópios e missões espaciais, ampliando o conhecimento sobre colisões cósmicas.
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A eventual batida também serviria como oportunidade científica valiosa para estudar a composição tanto do asteroide quanto do solo lunar. Até 2032, novos cálculos devem refinar as previsões, enquanto o mundo acompanha atento a trajetória da enorme rocha que cruza o espaço em direção ao satélite natural da Terra.
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