A presença de gatos nos lares brasileiros disparou nos últimos anos — mas junto com a popularidade, também cresceram ideias equivocadas que podem afetar diretamente a saúde e a convivência com os felinos. Especialistas alertam que crenças antigas ainda fazem muitos tutores subestimarem os cuidados necessários, mesmo com o avanço das informações sobre bem-estar animal.
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Um dos mitos mais comuns é o de que gatos exigem pouca atenção veterinária, principalmente quando vivem apenas dentro de casa. Na prática, o risco continua existindo: parasitas e agentes infecciosos podem chegar ao ambiente por roupas, sapatos ou objetos. A falsa sensação de segurança pode atrasar diagnósticos silenciosos e comprometer a prevenção de doenças — algumas, inclusive, com potencial de transmissão para humanos.
Outra crença popular envolve o comportamento dos felinos. Muitas pessoas ainda os consideram frios ou desapegados, quando, na verdade, o vínculo existe — apenas se manifesta de forma mais sutil. Ronronar, contato visual, proximidade e apego à rotina são sinais claros de afeto. Já mudanças discretas, como isolamento ou perda de apetite, podem indicar dor ou estresse, já que os gatos tendem a esconder fragilidades por instinto.
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Entre as verdades comprovadas, a castração aparece como uma das principais aliadas da longevidade, reduzindo riscos de doenças graves e comportamentos de risco. A convivência também traz benefícios aos humanos, ajudando a diminuir o estresse e favorecendo a saúde cardiovascular. Outro ponto de atenção é a hidratação: por beberem pouca água, os gatos precisam de estímulos como fontes e alimentos úmidos para preservar rins e trato urinário ao longo da vida.
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