Um novo levantamento internacional acendeu o alerta global: quase 40% dos casos de câncer registrados no mundo têm ligação direta com causas que poderiam ser evitadas. O dado impressionante faz parte de uma análise conduzida por especialistas ligados à Organização Mundial da Saúde (OMS), que avaliou informações de 185 países e dezenas de tipos da doença.
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Os pesquisadores estimam que cerca de 7,1 milhões de diagnósticos em 2022 foram provocados por fatores de risco modificáveis — ou seja, situações que podem ser prevenidas com mudanças de comportamento ou políticas de saúde. Entre os principais vilões estão o tabagismo, o consumo de álcool e diversas infecções associadas ao desenvolvimento de tumores.
O estudo também identificou que alguns tipos concentram grande parte dos casos evitáveis. Câncer de pulmão, estômago e colo do útero aparecem entre os mais recorrentes dentro desse recorte, geralmente ligados ao cigarro, à bactéria Helicobacter pylori e ao HPV, respectivamente. Outro ponto que chama atenção é a diferença entre gêneros: os homens apresentam percentuais maiores de casos associados a riscos preveníveis do que as mulheres.
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Diante do cenário, especialistas defendem medidas mais amplas de prevenção, como campanhas antitabagismo, vacinação contra vírus cancerígenos, redução do consumo de álcool, incentivo à atividade física e melhorias na qualidade do ar. A avaliação é direta: milhões de diagnósticos poderiam ser evitados antes mesmo de surgirem, reduzindo impactos na saúde pública e salvando vidas.
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