Martin de Luca, advogado do Trump Media, conglomerado que pertence ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da rede social Rumble, chamou atenção ao admitir que houve uma “redução na tensão” entre o governo e autoridades do Brasil.
Através da plataforma, na manhã desta quarta-feira (4), o executivo apontou que, apesar disto, ainda há uma continuação na tentativa de intimar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no processo que envolve as duas empresas na Justiça estadunidense.
“As autoridades brasileiras sinalizaram publicamente uma redução da tensão após um período conturbado com os Estados Unidos. No entanto, a questão central permanece sem solução. As medidas de censura contra o Rumble, incluindo a proibição total no Brasil devido à recusa da empresa em censurar usuários americanos em território americano, ainda estão em vigor”, disse o advogado.
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Segundo ele, há mais de um ano, desde que iniciou o processo nos EUA, a rede social tenta sem sucesso intimar o ministro da corte brasileira. “Por quase um ano, o Rumble tentou seguir o processo formal de citação internacional previsto na Convenção de Haia. Esse processo está paralisado no Brasil, sem prazo definido e sem garantia de que a citação será realizada. O efeito prático é que um processo judicial nos EUA contestando as ordens de censura extraterritorial emitidas por Moraes permanece suspenso, enquanto a plataforma continua banida no Brasil e as multas diárias continuam a se acumular”, declarou.
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