A imensidão dos oceanos vai muito além do que os olhos conseguem ver. Embora a média de profundidade dos mares do planeta fique em torno de alguns milhares de metros, há regiões tão profundas que chegam a impressionar até pesquisadores acostumados a lidar com números extremos. O ponto mais fundo já medido na Terra está localizado na Fossa das Marianas, no Oceano Pacífico, e revela um cenário praticamente inacessível ao ser humano.
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Nesse local, a profundidade ultrapassa os 11 mil metros, o equivalente a empilhar dezenas de edifícios gigantescos um sobre o outro. Para se ter uma ideia da escala, se o Monte Everest fosse colocado ali, seu topo ainda ficaria submerso. Além da escuridão total, a pressão no fundo da fossa é milhares de vezes maior do que a sentida ao nível do mar, criando um ambiente hostil até para equipamentos tecnológicos.
Mesmo com tantos obstáculos, expedições científicas já conseguiram alcançar essas profundezas extremas. Submersíveis especiais e veículos não tripulados permitiram observar formas de vida adaptadas a condições consideradas impossíveis, além de coletar dados importantes sobre a geologia do planeta e o funcionamento dos oceanos.
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Essas descobertas mostram que, apesar de cobrirem a maior parte da superfície da Terra, os oceanos ainda guardam inúmeros mistérios. A profundidade extrema não apenas impressiona pelos números, mas reforça o quanto o planeta permanece pouco explorado e cheio de segredos esperando para serem revelados.
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